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APRENDA
CAFÉS ESPECIAIS
(em breve)
MÉTODOS
DE PREPARO
NOSSA ORIGEM
(em breve)
PROCESSOS
DE PRODUÇAO
(em breve)
VARIEDADES
(em breve)

O consumo de cafés especiais vai além das sensações captadas pelo paladar, ele remete às experiências, navegando em uma gama de opções de preparo para extrair o máximo de qualidade que o Café Dulcerrado pode lhe proporcionar.

Melitta: O modelo é juntamente com o coador de pano um dos métodos mais utilizados no Brasil, sendo grande responsável pelo fato de que 92% do consumo de café em casa seja de café coado. O método de preparo melitta foi criada pela gigante marca Alemã Melitta. Ela possui listras verticais internas que ajudam a passar o café com maior velocidade auxiliado pelo seu seu filtro de papel poroso descartável.

Chemex: A charmosa Chemex é uma peça digna de coleção, onde seu formato é um mix de funil de vidro com frasco. Com seu pescoço em madeira e sua gravata de couro delicadamente planejados para não queimar a mão, sua forma permaneceu completamente inalterada desde sua invenção em 1941 por um inventor alemão erradicado nos Estados Unidos chamado Peter Schlumbohm. O filtro usado nessa cafeteira é feito em um papel mais grosso do que o encontrado em coadores comuns. Seu formato circular foi desenvolvido para ser dobrado num cone, que, após encaixado e aberto, apresenta uma parede tripla de filtragem num dos lados, responsável por não deixar passar nenhum resíduo sólido para a xícara, proporcionando um sabor muito adocicado, equilibrado e com grande leveza. (revista espresso adaptado)

Hario V60: A precisão Nipônica. À primeira vista a Hario V60 se parece muito com os suportes para filtros de papel tradicionais presentes em quase todas as cozinhas do Brasil, mas as semelhanças param por ai. A Hario V60 possui um único e enorme orifício para a passagem do café que, aliado às ranhuras em espiral presentes em toda a extensão do porta-filtro, permite um fluxo contínuo e homogêneo de extração, sem retenção excessiva na parte inferior ou pouca extração na parte superior e laterais. Para se preparar um café na Hario V60 usa-se um filtro de papel bastante fino e poroso, de formato cônico. Essas características proporcionam como resultado final uma xícara bastante limpa, com acidez e doçura ressaltadas.

Aeropress: Seguramente é um dos métodos de preparo mais utilizado entre os novos consumidores de café. A peça que mais parece um brinquedo faz jus a suas aparências, pois foi criado em 2005 por Alan Adler, um inventor de brinquedos esportivos Americano com base em Palo Alto - Califórnia.
Portátil, simples e eficiente, ela consegue extrair um café filtrado somadas as características de espresso graças a seu êmbolo que exerce uma certa pressão no momento da extração.

Cafeteira Moka (ou Italiana): A cafeteira italiana ou cafeteira moka é uma cafeteira à pressão que extraio café por meio de vapor de água. O invento foi patenteado pelo inventor Luigi De Ponti em nome de Alfonso Bialetti em 1933, cuja empresa, Bialetti continua produzindo o mesmo modelo, denominado "Moka Express".
O vaporgerado pela camera de água aquecida na parte de baixo da moka proporciona uma extração um pouco diferente do que o de costume, ela parte de baixo para cima enquanto outros métodos é feita com a ajuda da gravidade ou pressão mecânica de cima para baixo. Segundo alguns especialistas a pressão exercida pela moka consegue extrair o melhor do café, mais próximo de uma máquina de espresso.

French Press: Chama atenção pela praticidade, ótima extração e o fato de poder preparar o café na mesa, no momento do consumo traz um charme para esse métodos de preparo. A French Press ou Presa Francesa foi provavelmente inventada por alguma francês, mas a primeira patente foi registrada pelo design italiano Attilio Calimani em 1929 e sofreu poucas alterações de lá pra cá. Trata-se de um pequeno jarro de vidro, com um êmbolo cujo tampão de pressão sobre o líquido não visa a expulsá-lo do recipiente. Inves disso, o tampão é um filtro que permite a passagem apenas do líquido, separando-o dos grânulos de café, sobrando após a prensa somente o café. Diferente dos outros métodos de preparos onde os filtros são de papel que absorvem grande parte dos óleos e açucares do açúcar, na frenchpress a tela de metal na base do êmbolo tem a função de filtrar a mistura de água com café, extraindo o máximo de óleos e açucares do café, taí um dos motivos de ser um dos métodos em que se encontra uma maior concentração de cafeína.

Café Espresso: O próprio nome já diz: um espresso é preparado para ser consumido na hora. É preparado aplicando-se um jato de água quente na pressão durante 25 a 30 segundos (9 ou mais atm de pressão) através de uma camada prensada de 7 gramas de café moído. O resultado é um café concentrado com cerca de 30 ml de puro prazer degustativo.
Para os peritos, o espresso é a quintessência do café: a preparação que exalta a riqueza de notas aromáticas, unindo-as às sensações aveludadas do creme. Um espresso perfeito é um pequeno milagre da química e da física, o produto da união entre ciência e arte. Neste método de preparo barista é peça fundamental para extrair o máximo da qualidade de um café, sendo ele um artista que aplica toda sua técnica, sempre em busca de uma xícara perfeita.

Syphon (Sifão): Também conhecido como cona vácuo, syphon, vacpot, vacuum coffee maker, globo ou globinho, o sifão é um método de preparo de café por infusão, que funciona por meio do princípio de transferência térmica e vácuo. Desenvolvido em 1840 por um engenheiro naval escocês, é composto pelas seguintes peças: dois globos de vidro, sendo um deles com um funil; um filtro; uma base; e uma chama. A extração de café por este método é uma experiência visual incrível, digna de aula de química e o resultado é uma bebida com concentração similar à do café filtrado americano.

Cold Brew: Cold Brew se originou no Japão, quando foi introduzida por comerciantes holandeses da Indonésia em 1609. Por esta razão, é conhecido também como café holandês.
É denominado um processo de imersão do pó do café em água a temperatura ambiente ou fria por um período prolongado, geralmente 12 horas ou mais. O resultado é um concentrado de café, que é muitas vezes diluído com água ou leite, e pode ser servido quente, gelado ou misturado com gelo e outros ingredientes, tais como o chocolate.